Ai meu Deus! Como se pronuncia o meu nome?
Lana (bem simples - La-na) Pecherczyk (aqui complica - Pe-rer-chique).
Já fui chamada de Lana Price-Check (Preço-Certo), Lana Pera-Chickywack, Lana Pressed-Chicken (Frango-Prensado), e por minha tradutora: Lana Precheca, o que achei bem adequado considerando o que escrevo! Se é tão difícil de dizer, por que usaria este nome no lugar de um pseudônimo fácil?
Para simplificar, era o nome da minha mãe. E ela era minha maior torcedora.
Pela maior parte da minha vida, fui boa em uma coisa – arte. O mundo ao meu redor viu meu trabalho, e me disse que deveria fazer mais coisa dele, então eu fiz.
Mas quando, aos oito anos, disse que queria escrever histórias, e apesar de sermos pobres, minha mãe voltou para casa com um caderno em branco e um lápis dizendo que deveria seguir meus sonhos, não importava onde me levassem, porque me fariam feliz. Eu não era muito boa, mas não importava porque tinha apoio e gostava.
Ela morreu quando eu tinha treze anos, e deixou as quatro filhas órfãs. De repente, perdi minha maior torcedora, fui separada das minhas duas irmãs mais novas e não tinha ninguém para conversar sobre o desafio da vida.
Então, eu escrevi em segredo. Desabafei com todo meu coração em um diário e as vezes imaginava que ela podia me ouvir. No final, mesmo que não pudesse, escrever mantinha aquele sonho vivo.
Enfim, depois de ter dois filhos (dois pestinhas no corpo de garotinhos) e ignorar minha voz interna por tanto tempo, decidi servir de exemplo. Como poderia ensinar meus filhos a correr atrás dos sonhos se não estava fazendo isso? Eu me tornei minha maior torcedora e o resto é história, aqui estou.
Quando não estou escrevendo o próximo romance cheio de ação, ou controlando os pimpolhos, ou resgatando GI Joe da boca do meu cachorro, luto contra o mal sob a luz do luar, ganho o amor sob a luz do sol e nunca fujo de uma briga de verdade.
Moro na Austrália, mas estou disposta a bater papo online a qualquer hora. Venha me encontrar.